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There is a light, and it never goes out…

Take me out tonight
Where there’s music and there’s people
Who are young and alive
Driving in your car
I never never want to go home
Because I haven’t got one
Anymore
Take me out tonight
Because I want to see people
And I want to see lights
Driving in your car
Oh please don’t drop me home
Because it’s not my home
It’s their home
And I’m welcome no more
And if a double-decker bus
Crashes into us
To die by your side
Such a heavenly way to die
And if a ten-ton truck
Kills the both of us
To die by your side
Well, the pleasure and the privilege is mine
Take me out tonight
Oh take me anywhere
I don’t care, I don’t care, I don’t care
And in the darkened underpass
I thought “Oh God, my chance has come at last”
But then a strange fear gripped me
And I just couldn’t ask
Take me out tonight
Take me anywhere
I don’t care, I don’t care, I don’t care
Just driving in your car
I never never want to go home
Because I haven’t got one
Oh, I haven’t got one
There is a light that never goes out
There is a light that never goes out
There is a light that never goes out
There is a light that never goes out…

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Pensamentos

O que é você?

Não basta andar, falar, comer, beber, fazer. Também é preciso ser. Ser alguém, algo, alguma coisa que seja.

E para ser, é necessário a essência. Venha ela da onde for. Para ser o que você quer, não basta desejar. Tem que fazer. Fazer por merecer, fazer aparecer, fazer te notarem como o que você é.

E sendo, não pare de ser. Continue indo, andando fazendo acontecer. Ou suma da frente e não atrapalhe aquele que deseja mais forte do que você.

Mova-se. Sempre em frente e com certeza. mas caso a certeza escape de seu alcance, pare. Olhe. Escute. Reflita, e volte atrás aonde você a deixou. E recuperando-a, não cesse sua caminhada rumo ao seus objetivos.

Liberte-se. Não se prenda a nada que não ache justo. Não ache justo àquilo a que não se deve prender. Pois viver na injustiça, já  faz parte das estigmas diárias. Livre-se delas, livre-se dos machucados, livre-se das escaras adquiridas pelo óbvio.

Não seja óbvio. Seja coerente. Acredite na ironia. Ironize algo, ironize a você mesmo, ironize a vida, porque de séria já basta a morte.

Felicidade. Não acredite nessa falácia. Acredite em você.

Moral e bons costumes. Apenas para os fracos.

Descontrua a obviedade, e lute pela liberdade de expressão, e principalmente, pela liberdade de ação.

A ação de permitir-se viver. De permitir-se correr riscos e aceitar verdades, mesmo que elas não sejam suas verdades.

Mastigue o hoje, engula o amanhã. E na manhã seguinte vomite com o orgulho o passado. Aquele mesmo passado que te dá um sorriso na cara, toda vez que retorna ao seu figuramento. Ou caso ele não seja tão bom assim, curta a ressaca da decepção e do arrependimento, mas se preparando, para quando encarar seus semblantes novamente, tomá-los de uma só vez numa bela golada de vitória e supremacia.

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Conceitos

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“Não há destino” – Talvez seja a parte que eu mais goste em Matrix. Simples e direta. Não há destinos, não há formas nem formatações a serem praticadas. Só há vontade e moção.

Nascemos tão livres e receptivos, por que nos cegarmos e seguirmos um caminho que não queremos? Por que abdicar do riso diário, da vontade própria, e até mesmo da sua dose homeopática de hedonismo por causa de um conceito?

Já não bastasse as obrigações diárias, o pouco de felicidade e prazer que nos resta, vai aos poucos tendo que ser postergado, para enfim, ser trocado a força pela diversão conceitual que te dominará, pois quem sai dela, é desajustado e imaturo. E é claro que ninguém quer sair do padrão médio não é? Claro que não…

Maturidade: A arte de você deixar de ser o que realmente é, fazer o que realmente gosta, e se acoplar a um rótulo em troca de uma aceitação sob a visão adulta. Ou como eu prefiro definir: A arte de você deixar de ser quem é, deixar de fazer o que gosta e perder seus interesses, para ter que se ajustar a um padrão “pai-de-família-da-classe-média”, ter seu carrinho popular na garagem, sua bela esposa na cozinha, sua casa com cerquinha branca e um cachorro chamado Rex.

Sair desse caminho social, faz os outros te olharem tal qual você fosse uma pessoa com necessidades especiais. Não te levam a sério, acham efêmero, e no fundo, rezam para que você deixe logos suas “manias” e seja “normal”. E claro, olham com o distinto olhar de inquisição dos que acham que você não cresceu.

(Por “manias”, entenda-se todo tipo de diversão social que não seja “adulta” tal qual futebol com os amigos, assistir Faustão e ver a rodada do brasileirão aos domingos.)

Num mundo com tantas possibilidades e caminhos, só temos a perder seguindo conceitos auto-degenerativos e retrógrados como a falácia da maturidade.

Está na hora de perceber que o tal sentido da vida, que tantos procuram, simplesmente não existe. Não existe por que não há um sentido, não apenas um, mas vários. E cada um deles é você quem faz e almeja. Sem precisar se prender a dogmas e conceitos forjados a mãos de ferro na abatida e domada sociedade.

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Questão de opção

Opções, escolhas, alternativas. Chame como quiser, eu chamo de “O quê que eu faço agora??”

Talvez uma das maiores dádivas e maldições da vida: as escolhas. Por um lado, a magnífica sensação de liberdade e de autonomia em um mundo livre. Por outro, a incerteza de não ter tomado a decisão certa, e posteriormente talvez, a amargura da decisão errada.

Por que é tão difícil escolher? Seja qual tênis eu vou usar hoje ou “o que eu vou ser da vida?”, optar por uma delas é uma verdadeira arte, que se não for bem administrada, pode virar um martírio.

Nosso engenhoso cérebro sabe que tudo terá consequências, como num grande RPG live action, o que escolhemos agora irá nos influenciar de diferentes modos no futuro. O fato de você ter escolhido o All Star pra sair hoje a noite pode ser corriqueiro pra você. Mas e se, durante o “rolê” com a galera, uma garota do outro lado da calçada repara no seu pisante, meio velho e encardido, acha legal e resolve atravessar a rua pra dar um olhada mais de perto. E quando você a vê caminhando em sua direção, nota que ela pode não ser só mais uma garota bonita passado por você, e sim, talvez, o amor da sua vida.

Muita viagem? Sim. Mas nesse mundo de mais de 6 bilhões de pessoas, onde coisas estranhas acontecem a todo o tempo (principalmente na Rússia) quem garante que isso não possa acontecer? Daí aquela simples ação de calçar o seu querido Chuck Taylor ao invés do Adidas mudou a sua vida.

Não quero alarmar, nem criar uma nova fobia urbana, mas sim fazer pensar. Será que tomamos as decisões corretas, até agora? Será que tudo gerou consequências boas e construtivas? Talvez sim, talvez não, talvez. O que importa é que escolhemos, e não deixamos passar. O que importa é que aprendemos, e evoluímos um pouquinho a mais. Mesmo que tenha sido a opção errada, ela também nos fez caminhar.

Escolher é ponderar, pesar vantagens e desvantagens, mas também é automaticamente abdicar. E isso é uma coisa que o ser humano ainda não se acostumou. Deixar qualquer coisa pra trás é muito difícil (ou vai me dizer que você ainda não pensa naquela(e) ex?) ainda mais ficar com um bichinho na consciência dizendo que a outra opção poderia ter sido melhor. Ah ser humano, acho que você nunca vai estar pronto pra isso.

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Pensamentos

A difícil arte de ter opinião

Todo dia, assistimos, ouvimos e absorvemos coisas e assuntos novos. Alguns relevantes, outros nem tanto. Alguns engraçados outros nem tanto. Alguns informativos outros nem tanto.

Já nesse ato de acharmos ou não relevante, engraçado, útil e etc, expressamos nossa opinião.

O dicionário Michaelis descreve opinião como:

sf (lat opinione) 1 Maneira de opinar; modo de ver pessoal; parecer, voto emitido ou manifestado sobre certo assunto. 2 Asserção sem fundamento; presunção. 3 Conceito, reputação.4 Juízo ou sentimento que se manifesta em assunto sujeito a deliberação. 5 Capricho, teimosia. (…)

Ou seja, baseados em nossos conhecimentos e experiências de vida, somos capazes de dar um parecer sobre aquilo que acabamos de absorver, um parecer PESSOAL.

Por muitas vezes, também levamos em conta a opinião de terceiros, sejam pessoas do nosso círculo de convivência ou até mesmo, pessoas as quais temos admiração, como cientistas, filósofos e artistas (por artistas entendam músicos, pintores, atores etc. Ex-BBBs NÃO CONTAM).

Mas ultimamente, tenho percebido que ter uma opinião contrária a da maioria, deixou de ser apenas um direito constitucional meu, e passou a ser encarado com maus olhos.

Não adianta argumentar, defender seus motivos e mostrar fatos. Pra eles, você está errado. Aliás, não só errado, você está sendo ofensivo.

É triste não poder mais ter uma discussão sadia sobre determinado assunto, pois se você tem uma opinião diferente do senso comum, será visto como anarquista-comunista-nazista-ET-de-varginha que ousa usar um pouco da sua cabeça e ter outra visão sobre o assunto discutido.

É triste ver como o ser mais “evoluído” dentre os animais se comporta justamente como um ser sem as mesmas capacidades de raciocínio, e passa a simplesmente não aceitar que você pensa diferente dele. Podem chamar de ignorância, de burrice, de teimosia. Eu chamo de intolerância. A partir do momento em que eu defendo meu ponto de vista, de forma racional e educada, e minha opinião é vista com hostilidade, pra mim é intolerância. A mesma intolerância que, com grandes doses de psicopatia, fez Hitler conceber o holocausto.

Por opinião, também quero dizer suas escolhas pessoais, desde seu time de futebol à sua religião.

Eu torço pro Corinthians por N motivos. É o time do meu pai, sou apaixonado por ele, vários jogadores importantes jogaram por lá e etc. Já o meu caro comparsa blogueiro Raphael (@loucurapoka)é palmeirense até o osso. Obviamente ele tem os motivos dele pra gostar do verdão assim como também tem motivos pra não gostar do coringão. Temos o ponto de discussão, as argumentações e as opiniões. Pronto. Ninguém saiu ferido. Não é porque ele torce pro arque-rival do meu time, que eu vou partir pra ignorância. Não é porque ele usa verde que eu vou deixar de andar com ele. Assim como ele também não vai deixar de falar comigo, apesar dele ainda achar o Palmeiras melhor que o Corinthians (coitado…).

Ainda usando meu nobre companheiro Raphael como exemplo, posso citar a complicadíssima questão da religião. Ele é evangélico e eu sou ateu. Ele tem as próprias convicções de porque acreditar em Deus, e eu tenho as minhas de porque não acreditar. Apesar dessa diferença, que muitos podem considerar enorme (tal qual a infinita disputa entre Palestinos e Judeus) eu e ele fizemos quatro anos de faculdade juntos, sendo do mesmo grupo, estudando juntos cinco dias por semana, e por várias vezes se vendo aos finais de semana, não só para fazer trabalhos mas como também para se divertir e sair com a galera. Ou seja, temos claramente opiniões diferentes sobre um assunto muito polêmico, mas como pessoas civilizadas que somos, aceitamos os argumentos um do outro e convivemos na mais perfeita paz.

Ainda falando de religião, isso me lembra um texto do Marcel (@bqeg – blogs “Byte Que Eu Gosto” e “Cadê o meu Dorflex?”), e parafraseando ele, quando as pessoas ficam sabendo que não tenho religião e não creio num deus, ao invés de ateu ouvem “leproso”. Passam a me encarar diferente, como se eu fosse uma pessoa sem escrúpulos, um assassino. É triste, mas acontece.

Somos diferentes por natureza, cada pessoa tem sua impressão digital única. Cada pessoa tem seu DNA único. E por que não ter também sua opinião única? É preciso aprender que ACEITAR uma opinião não significa automaticamente CONCORDAR. Eu aceito que o Raphel é palmeirense, assim como ele aceita que eu seja corintiano, e isso não nos faz menos fanáticos por nossos clubes nem menos amigos um do outro.

Creio que a capacidade da fala, e logo da argumentação, seja o que mais nos diferencia do resto do reino animal, então será que não está na hora de usarmos elas decentemente e passarmos a finalmente ser a espécia mais evoluída, ao invés de simplesmente repudiar violentamente a opinião alheia?

P.s.: Podem deixar suas opiniões, prometo aceitá-las =)

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Pensamentos

E agora José?

RockyBalboa5

 

E a hora chegou. Depois de quatro longos anos, a jornada se encerra.

Após a grande noite (e que noite!) as cortinas se fecham glamurosamente fechando mais um ciclo de vida.

Toda a expectativa criada, toda confiança creditada e todas as unhas roídas valeram à pena. Nem o aparente nervosismo e falhas técnicas tiraram o brio da apresentação. Fomos praticamente impecáveis. Flutuávamos nos comentários e críticas doces dos convidados da banca.

Fizemos nossa parte com maestria, e recebemos até mais retorno do que esperávamos. Alívio. Pernas bambas. Suspiro da vitória. E acabou. Quatro intensos anos de descobertas, lutas e vitórias.

É claro que não chegaria aqui sem a ajuda de alguns companheiros.

Sem a liderança do Luciano. Sem a serenidade do Richard. Sem as viagens do Miojo e sem a histeria da Mel, eu não teria chegado até aqui.

E seria uma heresia não creditar metade de tudo que aconteceu a todos os professores que tanto nos apoiaram e ajudaram.

O dia seguinte não parecia seguinte. Ainda era o mesmo. Falta de sono e incredulidade, não nos deixavam acreditar que aquilo foi real. Mas foi, e como foi…

Até que acordamos. E percebemos o quanto de potencial realmente tínhamos. E que mesmo contra todas as dificuldades, vencemos. Quase plenamente, já que ficamos com o sabor levemente amargo de um 9,5.

Mas e agora? E agora José? E agora Guilherme? O show acabou e as cortinas se fecharam. Fecharam-se para abrir novamente, mas agora num palco maior. No palco do “resto da vida”.

O prólogo dessa peça já começou bem, mas e o que virá depois? Não há roteiro escrito, apenas uma página em branco, pronta pra que eu desenhe nela o meu layout (Afinal eu sou diretor de arte né?).

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Onde ela está?

Eramos íntimos. Praticamente todo dia tínhamos contato direto.

Sonhava com ela, sonhos quem me faziam viajar profundamente. Sorria com ela, alegrias as quais ela me fazia ter.  Não cansava de tê-la, de adorá-la, de cortejá-la e instigá-la.

As vezes ela era meio teimosa, se fazia de difícil, ficava com manhas e me ignorava. Mas eu, paciente que sou, respirava fundo e a convencia a aparecer.

Mas de uns tempos pra cá, ela andou ficando mais teimosa (Ou eu que fiquei mais duro?). Ela está arisca, nervosa, e eu nem tão paciente quanto era. O seu jogo duro definitivamente está me afetando.

Tento manter a calma.

Mas o que fazer se preciso dela pra viver? E se ela não vem, vou me deprimindo. Não sei mais qual rumo tomar para tê-la novamente. Só sei que preciso dela.

Já fiquei de ponta cabeça, comi bastante doce,  bati a cabeça na parede, meditei e nada. Ela não vem.

Tento voltar as origens e refazer meus pensamentos para deixá-los iguais aos de quando comecei isso tudo. Tomara que dê certo.

A concentração falha, a motivação não é tão forte quanto antes (não sei bem por quê), mas mesmo assim não perco as esperanças de tê-la de volta.

E nessa solidão mental, só me resta um pedido a fazer: Idéia volta pra mim!

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