“Não há destino” – Talvez seja a parte que eu mais goste em Matrix. Simples e direta. Não há destinos, não há formas nem formatações a serem praticadas. Só há vontade e moção. Nascemos tão livres e receptivos, por que nos cegarmos e seguirmos um caminho que não queremos? Por que abdicar do riso diário, [...]
