Run Forrest RUUUUUUNNNN!!!

29 10 2009

Ufa! A parada tá frenética. Trabalho atrás de trabalho. Evento atrás de evento. Job atrás de job.

E que venham mais!

Mais do que nunca sinto como é bom ser útil em várias coisas. E melhor do que se sentir útil, é ser valorizado por isso. O que faz com que eu tenha ainda mais empenho nas coisas que pretendo fazer.

Daqui pra frente tudo tende a melhorar e espero continuar com o mesmo pique e disposição que tenho agora, e cada vez mais acreditar em mim mesmo, o que sempre foi um defeito meu, deixar de valorizar o meu potencial.

Existe uma música do Millencolin (que eu gosto muito por sinal) que fala exatamente disso.

Tradução:

Pimenta

Então você não levou toda
sua covardia pra casa.
Segundo o que eu me lembre,
você não tem síndromes incuráveis.
Então você não se preocupe
com uma coisa simples.
Não se preocupe, você é um futuro rei.
Eu sei que isso é tudo em você,
apenas ache o que você quer fazer.
Eu sei que isso é tudo em você
e no fundo você sente isso também.
Eles disseram que você é preguiçoso
e não quer trabalhar.
Isso não é tão louco, não para querer muito,
você não é idiota.
Então não tenha dúvida
sobre seus planos futuros.
Você é conhecido lá fora e eu sou seu maior fã.
Eu sei que isso é tudo em você,
apenas ache o que você quer fazer.
Eu sei que isso é tudo em você
e no fundo você sente isso também.
Você sabe quem está bem pra você.
Você sempre tem uma opinião.
Para escolher o que você quer fazer,
tome controle ou corra e esconda.
Tudo bem se ter uma queda,
se tiver boas intenções.
Por mais que você demore,
vai se sentir bem por dentro.
Eu sei que isso é tudo em você,
apenas ache o que você quer fazer.
Eu sei que isso é tudo em você
e no fundo você sente isso também.
Eu sei que isso é tudo em você,
o sentimento comum, brilhante ponto de vista.
Eu sei que isso é tudo em você,
todos seus sonhos podem tornar realidade.

É isso aí. E que venham mais!





Filhos da Revolução

15 10 2009

Como eu havia dito no post sobre as famigeradas olimpíadas do Rio. Aqui está o post.

Então é 2009. Quase fim da primeira década do terceiro milênio. Quarenta anos após woodstock, vinte e seis anos após as Diretas Já . E cá estamos nós. Vendo nossas calças serem roubadas, ainda em nossos corpos, por “políticos” e “governantes”.

A primeira vista pode parecer mais um post daqueles revolucionários baratos, que não tem mais o que fazer. Mas não vou falar dos políticos, e sim, de nós mesmos.

A última grande manifestação nacional foi o impeachment do Collor, em que muitos de nós (eu pelo menos) eramos pequenas crianças alheias ao que acontecia. Daí crescemos. Jogamos SNES, vimos algumas copas, passamos por crises financeiras, desvalorizações da moeda. Mas uma coisa sempre continuava igual: a corrupção política, que por acaso foi o que motivou a retirada do atual Senador de Alagoas.

Recentemente temos passado por um número impressionante de CPI’s e denúncias. Uma atrás da outra e cada acusação mais sórdida do que a outra (haja vista o castelo do deputado). Então por que ninguém faz nada? Nossos pais e talvez irmãos mais velhos saíram as ruas há 17 anos, com a cara, coragem e convicção de estarem, finalmente, num país livre de ditadura.

Então por que menos de 20 anos depois, ninguém se mexe? O que houve com o “espírito jovem”?

Parece estar acontecendo uma entropia generalizada, onde crimes políticos se tornaram algo trivial e irrelevante, assim como uma novela das 8. Ninguém mais se importa com a política e o rumo do país, em que todos se esquecem que estão morando. Política se tornou assunto para velhos, para nossos pais. Isso demonstra o nascimento da pior ignorância possível:  a da Informação.

Vivemos na era da informação, da interatividade e das multiconexões. E mesmo assim, a maioria dos jovens é indiferente ao que acontece. E toda a técnologia atual me faz pensar em dois pontos: 1º Justamente o acesso a informação. Não dependemos mais de jornais diários, agora temos portais, blogs e twitter que nos possibilitam monitorar vários assuntos instantâneamente. 2º A organização. Imaginem o trabalho necessário para organizar uma passeata quando não havia internet. Milhares de cartas precisavam ser trocadas. Incontáveis telefonemas eram dados e tudo era arranjado principalmente no boca-a-boca. Mas, por que hoje em dia, com todas essas ferramentas que eu acabei de citar, ninguém faz nada? Com um simples tweet é possível notificar milhares de seguidores. No msn, combinam-se os horários e locais. E para quem ainda não foi avisado, manda-se um recado no orkut ou no facebook. Talvez seja justamente esse o problema, a facilidade (e eu acredito e espero muito que seja isso). Ela muitas vezes acaba com a vontade e inspiração das pessoas. Tomara mesmo que seja isso. Ou então, fomos nós as “crianças do impeachment” que perdemos, não herdamos, ou simplesmente não nascemos com o espírito de inconformismo, que faz uma pessoa mudar o lugar que vive, lutando e brigando se for necessário.





Pensamento da Madrúga #1

6 10 2009

“Se música clássica deixasse alguém mais inteligente, todo motorista de caminhão de gás seria um Einstein.”





E o Rio hein?

4 10 2009
Logo Rio 2016

Pois é, e o Rio ganhou. Desde o início fui contra a escolha da ex-cidade maravilhosa para a sede dos jogos. Não sou contra o progresso e muito menos contra o Brasil, mas dizer que o Rio é uma cidade em condições para tal feito é a mais pura hipocrisia.

Há anos a situação de violência da cidade só piora, e muito pouco se faz. Como se não bastasse só os próprios bandidos “de profissão”, agora também existem as tais milícias compostas por ex-policiais, para aterrorizar mais ainda.

Os governantes estão levantando a bandeira de que os jogos trarão progresso. Então quer dizer que se o Rio não fosse escolhido continuaria tudo a mesma porcaria né? Falta de infraestrutura, violência absurda e mais uma infinidade de problemas que asssolam a pobre população.

Se eles querem fazer algo pelo esporte, primeiro é nescessário criar uma política de esportes interna, para aí sim, fazermos bonito numa olimpíada, e não termos que ficar torcendo para atletas que se matam para conseguir um bom patrocínio, e depois ainda tem que tirar foto do lado do presidente com sua medalha suada. Poxa, até Cuba tem uma política de esportes melhor que a nossa, e é um país infinitamente subdesenvolvido em relação ao Brasil.

Não sei quando iremos (quando digo “iremos” me refiro a população em geral, especialmente jovens) acordar e fazer alguma coisa contra a impunidade dos governantes e poíticos. Cada dia mais ele fazem coisas absurdas e as pessoas apenas ficam inconformadas por um dia, e no outro já esqueceram. Quando iremos para as ruas e mostrar que quase 200 milhões são muito mais do que os 513 deputados gordos e corruptos, mas isso já será assunto do meu próximo post.

Fico por aqui, indignado, esperando para daqui há alguns anos pipocarem as manchetes de superfaturamento de obras.

É isso.





E assim começa.

4 10 2009

Pois é.  Aqui estou eu escrevendo num blog. Tenho um outro (que diga-se de passagem, meio abandonado) que fala de minhas experiências como futuro publicitário, junto a mais dois grandes amigos, é o Propalog. Mas aqui estou só, não sei ao certo o motivo por que o criei, talvez um pouco de inveja do meu amigo Raphael Miojo e seu Loucura Poka, e também uma visão de oportunidade de maior divulgação de conteúdo com o Twitter.

Uma coisa inegável que mais desanima os blogueiros é concerteza a falta de comentários e page views, e agora com a ferramenta do passarinho azul, isso está mudando. Por isso criei o Meu BloGui, o blog do Gui, que sou eu (dãããã).

Por enquanto é só, mas postagens pertinentes e infâmes também virão. E espero deixar pelo menos um arranhãosinho que seja na blogosfera.